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Vida e economia, mais do que nunca

30 de abril de 2020

Aos poucos a vida volta à normalidade. Aos poucos as atividades produtivas são reativadas, iniciando-se pela construção civil e a indústria, pilares da nossa economia. São segmentos responsáveis pela geração de grande volume de emprego, renda e do desenvolvimento. Demorou, mas se encontrou equilíbrio entre economia e vida que nunca foram antagônicos. São, na realidade, inclusivos e que de maneira conjunta podem ser uma solução para esta crise sem precedentes.

A discussão sobre o pico da pandemia do COVID-19 é foco de debates acalorados. Enquanto não há consenso é preciso dotar medidas preventivas, prover os hospitais com mais leitos, distribuir máscaras e testes. Apesar da crise financeira, inúmeros prefeitos têm dado exemplo de defesa da vida de seus conterrâneos com criatividade na obtenção de recursos financeiros para adquirir equipamentos.

Enquanto o debate sobre a retomada das atividades da indústria e o do comércio é postergada, entidades empresariais contabilizam demissões, reduções de salário e de jornada de trabalho. Empreendedores de todos os portes vivem da venda para manter empregos. De nada adianta liberar a indústria se o comércio permanecer fechado para vender produtos e serviços.

Segmentos tradicionais da economia gaúcha, como o setor calçadista, soma mais de 20 mil demissões e como outras necessita de socorro urgente, mas a arrecadação de tributos está em queda como consequência da paralisação total. O tesouro federal não terá fôlego para socorrer a todos, mesmo assim a União já liberou mais de R$ 50 bilhões de auxílio emergencial para quem não têm comida.

A previsão é de tempos difíceis e problemas inéditos com efeito de um tsunami social. Faltará emprego e perspectiva de futuro para milhões. Somente a solidariedade permitirá mitigar as consequências para uma travessia menos traumática. Vida e economia precisam andar juntas. Do contrário, os efeitos do coronavírus se farão sentir por várias gerações, agravando as desigualdades sociais que castigam milhões de pessoas.

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